segunda-feira, 17 de março de 2014

CAMPO DE REFUGIADOS NO CORAÇÃO DA CIDADE - EM PORTO ALEGRE - RS

Chegou a vez de Porto Alegre receber a exposição “Campo de Refugiados no Coração da Cidade”! Entre os dias 14 e 23 de março, Médicos Sem Fronteiras levará ao Parque da Redenção a exposição interativa que recria espaços onde a organização oferece cuidados de saúde a populações em busca de segurança. A entrada é gratuita e as visitas serão guiadas por nossos profissionais, que vão compartilhar suas experiências em campo. Confirme sua presença, convide seus amigos e participe da nossa mobilização para chamar a atenção para a dura realidade de milhões de refugiados pelo mundo. http://goo.gl/G1P6RG




Já pensou como seria se você tivesse tido que fugir de um conflito e hoje morasse em um campo de refugiados? Médicos Sem Fronteiras convida você a vivenciar esse universo e conhecer o trabalho humanitário realizado nesses contextos durante visitas guiadas por nossos profissionais. 

De 14 a 23 de março, das 9h30 (primeira visita guiada) às 16h30(última visita guiada)
Parque da Redenção (Farroupilha) – próximo ao Salão de Atos da UFRGS
Entrada Gratuita

A exposição “Campo de Refugiados no Coração da Cidade” é, mais do que uma mostra, um convite à realidade de mais de 15,4 milhões de refugiados e 28,8 milhões de deslocados internos que deixaram tudo para trás em busca de segurança.

Contamos com a sua presença!

Convide seus amigos! Acesse www.msf.org.br/campoderefugiados, confira mais informações sobre a exposição e compartilhe esse evento com seus contatos.


 Fonte: http://www.msf.org.br/

Dia Internacional do Imigrante é comemorado em Caxias do Sul com caminhada de senegaleses e haitianos

Data, comemorada em 18 de dezembro, foi estipulada pela ONU em 1990

Grupo de estrangeiros residente em Caxias abraçou simbolicamente o Monumento ao Imigrante. Foto: Noele Scur
Grupo de estrangeiros residente em Caxias abraçou simbolicamente o Monumento ao Imigrante. Foto: Noele Scur
A caminhada para lembrar o Dia Internacional dos Imigrantes, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), contou com cerca de 200 pessoas, entre senegaleses e haitianos que residem em Caxias do Sul.

Da praça Dante Alighieri, o grupo se dirigiu até o Monumento Nacional ao Imigrante seguindo pela Av Julio de Castilhos na tarde deste domingo (15). Os estrangeiros caminharam por cerca de duas horas ao som de músicas tradicionais, com letras alusivas a sentimentos de união, amor e religião e destacaram o respeito ao Brasil e, em especial, aos caxienses.

Irmã Maria do Carmo Gonçalves, do Centro de Atendimento ao Migrante (CAM), destaca que um abraço simbólico feito no monumento de Caxias do Sul representa o acolhimento da cidade aos estrangeiros que buscam melhores condições de vida para as famílias. "É o passado e o presente se encontrando para continuar a construir essa cidade", afirmou.

Cerca de 620 estrangeiros do Haiti e Senegal estão em Caxias do Sul.

Fonte: http://www.redesul.am.br/Noticias/Geral/15/12/2013/Dia-Internacional-do-Imigrante-e-comemorado-em-Caxias-do-Sul-com-caminhada-de-senegaleses-e-haitianos/138024

sexta-feira, 14 de março de 2014



Apresentação

O programa Santa Afro Catarina visa promover a identificação, a valorização e a difusão do patrimônio cultural associado à presença dos africanos e afrodescendentes em Santa Catarina, com foco em Florianópolis num primeiro momento. O programa articula ações de educação patrimonial em dois níveis. Por um lado, prevê a elaboração de narrativas temáticas e de roteiros de visita sobre a história dos africanos e afrodescendentes em Santa Catarina baseados em pesquisa de arquivo sob a perspectiva da História Social e por outro lado, prevê o desenvolvimento de atividades de educação patrimonial associadas ao ensino de História, dando ênfase à articulação entre patrimônio e história local. Desde 2011, oferecemos visitas guiadas por roteiros históricos, em maio de 2013 lançamos o livro História Diversa: africanos e seus descendentes na Ilha de Santa Catarina, e ao longo de 2013 está previsto o lançamento de um website contendo as narrativas temáticas e a oferta de oficinas para professores e para guias de turismo.
A equipe do programa é formada por profissionais atuantes nas áreas de História da Diáspora Africana, Patrimônio e Ensino de História. 
A integração inovadora dos conteúdos de história da presença africana à discussão de patrimônio faz o diferencial do programa Santa Afro Catarina: ao agenciar uma nova gama de marcos urbanos como cenários de tramas históricas, ao atribuir novos significados a espaços já visitados, ou ainda ao enfatizar as ausências dos marcos materiais e o esquecimento da presença africana, as ações previstas proporcionam novos modos de percepção e de relacionamento com o passado configurado nos espaços urbano e rural.
Este site visa apresentar o programa e dar notícias de seu andamento enquanto o website oficial não fica pronto.
Fonte: http://santaafrocatarina.blogspot.com.br/

Santa Afro Catarina promove neste sábado roteiro guiado “Viver de Quitandas"

O Programa Santa Afro Catarina e o Laboratório de História Social do Trabalho e da Cultura da UFSC promovem neste sábado, 8 de março, uma visita guiada pelo centro histórico de Florianópolis, com o roteiro “Viver de Quitandas”. O roteiro associa a paisagem urbana de Desterro às de outras freguesias da Ilha de Santa Catarina e do litoral adjacente ao abordar o abastecimento e a produção de gêneros alimentícios. O porto, a antiga Praça de Mercado e as ruas de Desterro emergem como locais de trabalho e de sociabilidade para muitos escravos e libertos, homens e mulheres de origem africana, que desempenham atividades relacionadas ao comércio de gêneros alimentícios produzidos na Ilha e no litoral adjacente.
O encontro é gratuito, aberto a todos e está marcado para as 9h45min, na figueira da Praça XV, Centro, Florianópolis. A saída será às 10 horas. O roteiro tem duração aproximada de duas horas. Em caso de chuva
forte, a visita será cancelada.
As visitas do Programa Santa Afro Catarina são realizadas todos os meses, sempre no primeiro sábado (excepcionalmente no segundo, por causa do Carnaval), e percorrem roteiros históricos associados à história da presença de africanos e afrodescendentes em Florianópolis. Na condução está uma equipe de profissionais das áreas de História, Patrimônio e Ensino de História. Realização conjunta do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e do Centro de Ciências da Educação (CED), o Programa Santa Afro Catarina tem como diferencial a integração inovadora dos conteúdos de história da diáspora africana ao espaço urbano. Para saber mais, acesse:
http://santaafrocatarina.blogspot.com.br/
Serviço: Roteiro Histórico
O quê: visita guiada “Viver de Quitandas”.
Quando: sábado, 8 de março. Encontro às 9h45min. Saída: 10h.
Local de saída: Figueira da Praça XV de Novembro, Florianópolis.
Condutor: Cássila Melo – Contato: (48) 9618-8897
Fonte: http://noticias.ufsc.br/2014/03/santa-afro-catarina-promove-neste-sabado-roteiro-guiado-viver-de-quitandas/




Padre Gustot Lucien  volta para o Haiti

Foto arquivo
Veja reportagem do PARANÁ TV 1ª EDIÇÃO – CURITIBA

http://globotv.globo.com/rpc/parana-tv-1a-edicao-curitiba

Obrigado querido Padre Gustot Lucien,pelo tempo que esteve aqui e tanto fez pelos imigrantes, pela caminhada entre nós atuando com a equipe em vários momentos da caminhada... vai continuar fazendo  parte em nossas caminhadas diarias com e pelos migrantes.  Mesmo distante  sempre vai estar aqui com a gente..DEUS LHE ABENÇOE. Nosso eterno agradecimento!!
Equipe da pastoral do Migrante Curitiba-PR



Fonte: http://globotv.globo.com/rpc/parana-tv-1a-edicao-curitiba/v/padre-luccien-gusteau-vai-voltar-para-o-haiti/3202088/?fb_action_ids=567940026636013&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B717414691635981%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D

sexta-feira, 7 de março de 2014

MPF acompanha situação de estrangeiros no Paraná

Bruna Quintanilha e Lucas Emanuel Andrade - Redação Bonde


O Ministério Público Federal em Paranavaí fez uma reunião em janeiro para discutir a presença dos haitianos na cidade. O procurador da República Raphael Otávio Bueno Santos conversou com os estrangeiros sobre os direitos e as responsabilidades deles e se comprometeu a buscar solução para alguns problemas apontados pelos caribenhos. 

Muitos disseram ter diplomas no país natal, por isso têm a intenção de continuar estudando no Brasil para conseguir posição melhor no mercado de trabalho. O MPF pretende levantar universidades dispostas a oferecer bolsas aos haitianos. O procurador explicou as dificuldades que os próprios brasileiros enfrentam. Por isso, orientou os estrangeiros a buscarem melhor condição de vida com o trabalho. 

Divulgação


Para o procurador Raphael Bueno, a reunião foi importante "para que o MPF conheça os problemas enfrentados pelos haitianos em Paranavaí, os quais possuem a condição de refugiados, devendo ser-lhes garantidos todos os direitos inerentes a esta condição". O MPF pretende promover iniciativas concretas para o enfrentamento dos problemas relatados. 

A defensora pública federal Fernanda Hahn falou com o Portal Bonde por e-mail e respondeu sobre o desamparo dos imigrantes. "Não observamos uma efetiva política pública específica para eles. O Brasil, embora seja um país de acolhida, carece de meios para propiciar a inclusão social e integração dos refugiados. Mesmo que haja a legislação de proteção, fato é que as instituições públicas e também privadas não estão preparadas e conscientizadas da importância de oferecer um acolhimento a essas pessoas". 



Ela disse que a Defensoria Pública da União vem atuando em diversas frentes para a garantia da dignidade humana dos estrangeiros que estão no país. "A nossa atuação relaciona-se com o auxílio jurídico aos solicitantes de refúgio perante os órgãos como o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Conselho Nacional de Imigração (CNIg) e Polícia Federal, assim como aos refugiados que necessitam de acesso às políticas públicas, as quais devem ser oferecidas a qualquer brasileiro".

Fernanda Hann chama ao governo a responsabilidade de oferecer melhor suporte aos estrangeiros. "O principal problema dos solicitantes de refúgio é a dificuldade de reconhecimento de tal condição para permanecerem no Brasil. Muitos deles não se enquadram nas condições legais. Muitos migrantes saem de seu país de origem por conta de problemas ambientais, pela miséria, e estas hipóteses não são consideradas aptas ao reconhecimento do refúgio, segundo atesta o Conare. Por tal motivo, foi dado visto humanitário a muitos haitianos, para que fosse regularizada a sua presença no Brasil. Cabe a nós acolhê-los e garantir a dignidade dos mesmos, em respeito aos direitos humanos. Além disso, tanto para os solicitantes como para os refugiados, os principais problemas que relatam são o acesso aos serviços públicos, como saúde, documentação, abrigos, alimentação adequada".

A carência de moradias aos haitianos também foi relatada na reunião com o MPF. Fenelon Aldophe contou em entrevista a surpresa de ter chegado em Paranavaí sem residência. "Pensei que no Brasil iríamos ter casas para morar". O pastor Zedequias Vieira Cavalcante destacou a dificuldade para encontrar casas para os trabalhadores. "Não conseguimos alugar pela burocracia que é. Por isso reuni o pessoal da igreja e viabilizamos casas para eles. Quem tinha imóvel ofereceu para aluguel sem a necessidade de ter fiador ou outras burocracias".

A defensora pública abre uma esperança aos haitianos. "Recentemente, ajuizamos Ação Civil Pública (ação coletiva) para buscar que refugiados tenham acesso ao Programa Minha Casa Minha Vida, independentemente de um tempo mínimo de permanência no Brasil".

Fonte: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3--2-20140301

quarta-feira, 5 de março de 2014

CNBB lança nesta quarta-feira de Cinzas a Campanha da Fraternidade 2014
Tema: FRATERNIDADE E TRAFICO HUMANO  Lema: "É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU" 

CONCEITO DE TRÁFICO DE PESSOAS:
Segundo o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em especial de Mulheres e Crianças (Protocolo de Palermo - 2000), instrumento já ratificado pelo Governo brasileiro, a expressão Tráfico de Pessoas significa:
“o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração.”
O mesmo Protocolo define a exploração como sendo, no mínimo, “a exploração da prostituição de outrem ou outras formas de exploração sexual, o trabalho ou serviços forçados, escravatura ou práticas similares à escravatura, a servidão ou a remoção de órgãos”.
CONCEITO DE TRÁFICO DE MIGRANTES:
De acordo com o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, relativo ao Combate ao Tráfico de Migrantes por Via Terrestre, Marítima e Aérea (Protocolo de Palermo – 2000), instrumento já retificado pelo Governo brasileiro, a expressão Tráfico de Migrantes significa:
“a promoção, com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, um beneficio financeiro ou outro benefício material, da entrada ilegal de uma pessoa num Estado Parte do qual essa pessoa não seja nacional ou residente permanente.”
Citado Protocolo define como seu objetivo “prevenir e combater o tráfico de migrantes, bem como promover a cooperação entre os Estados Partes com esse fim, protegendo ao mesmo tempo os direitos dos migrantes objeto desse tráfico.” 
Fonte do Texto: http://www.migrante.org.br/migrante/index.php?option=com_content&view=article&id=221:trafico-de-pessoas-conceito&catid=97:paginas-trafico-humano&Itemid=1216
 Haitianos e senegaleses em Brasiléia

A maioria dos haitianos e senegaleses vinha sendo contratada para trabalhar em frigoríficos em São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.
- Não sei o motivo de São Paulo e Paraná ter parado de contratá-los. Atualmente, Santa Catarina  é quem mais contrata. O Mato Grosso também contrata bastante, para trabalho em frigoríficos e na construção civil, além de Goiás. Mas o destino da maioria dos senagaleses é São Paulo e, principalmente, Caxias do Sul.
Segundo Damião Borges, em todos os estados, os haitianos se adaptam melhor ao trabalho em frigoríficos, onde chegam a passar até três meses na emprego. O salário deles varia de R$ 800,00 a R$ 950,00, além transporte, alimentação e alojamentos ofercidos pelas empresas.
- A maioria desse povo tem esperança de obter documentação que permita ter como destino final a Europa. Depois de sair dos frigoríficos, muitos se deslocam pelo Brasil e um tanto viaja para a Guiana Francesa na esperança de obter visto de entrada na Europa – expliocu o funcionário do governo estadual.
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Damião Borges e Jean Katumba
De Puerto Maldonado, no Peru, onde se encontra, o professor Foster Brown, da Universidade Federal do Acre, relata que conversou com Guimo Loaiza Muñoz,  da Defensoria del Pueblo en Madre de Dios, que tem responsabilidade para proteger os direitos humanos de idosos, crianças, mulheres, indígenas e presos.
Segundo Foster Brown, a Defensoria trabalha com um orçamento muito reduzido. Guimo e quatro advogados são responsáveis para todo o departamento de Madre de Dios. Guimo gostaria de ter mais interações com entidades brasileiras e bolivianas na região. Ele necessita especialmente de dados sobre o movimento de migrantes para poder atuar e chamar atenção do governo central sobre abusos de direitos humanos.
- Os haitianos que entraram legalmente no país tem direito de passar, via território peruano, ao Brasil. A policia não tem direito de impedir ou pedir dinheiro e os taxistas não precisam transportar os haitianos durante a noite.  Uma recomendação é que os haitianos sejam acompanhados por oficiais do governo para impedir exploração – disse Foster Brown.
Senegales
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Jovens senegaleses
No abrigo de Brasiléia atualmente estão 20 imigrantes da República Dominicana e mais de 200 do Senegal. O demais são todos do Haiti. Os senegaleses embarcam em avião, em Dakar, capital e a maior cidade do Senegal, cumprem escala na Espanha, de lá seguem para o Equador e percorrem a mesma rota dos haitianos até Assis Brasil (AC), na tríplice fronteira do Brasil, Bolívia e Peru.
- O Brasil é conhecido no mundo inteiro, sobretudo agora, por causa da Copa do Mundo. Eles acessam internet, se informam sobre a rota dos haitianos, e se mandam pra cá.
Jean Katumba, da República Democrática do Congo, que mora e atua na organização África do Coração, em São Paulo, está em Brasiléia para orientar os imigrantes africanos. Os senegaleses, que recusam todas as propostas de trabalho em frigoríficos, preferem trabalhar na construção civil.
- Estou impressionado com a quantidade de senegaleses aqui. Eles poderiam muito bem entrar no Brasil a partir de um estado no litoral, mas preferem entrar por trás, via Equador. É uma longa viagem, que custa quase US$ 7 mil, e isso nos preocupa.
Katumba assinala que na África existem muitos problemas e que todos os imigrantes senegaleses buscam  trabalho no Brasil
- São Paulo abriga uma comunidade senegalesa muito forte. Uma parte vai para lá, mas a maioria prefere Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul. Aqui no Brasil tem muito trabalho, muito emprego. Os senegaleses chegam e vão trabalhar em empresas de senegaleses. Tanto em São Paulo como no Rio Grande do Sul, trabalham em construções. O Brasil não pode negar que tem trabalho demais aqui – explica.
Jean Katumba tem mantido reuniões com os senegaleses, orientando-os a entrar em território brasileiro por outros estados.
- Nossa preocupação é fazer com que eles venham para o Brasil de forma legal. Eles não precisam gastar tanto dinheiro indo até o Equador e sendo extorquidos no Peru ou na Bolívia. A viagem até aqui pode custar bem menos e sem tanto perigos, como ocorre quando percorrem a mesma rota dos haitianos a partir do Equador.
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Haitianos e senegaleses na frente do abrigo

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/blogdaamazonia/blog/2014/02/28/isolamento-do-acre-deixa-mais-de-1300-haitianos-e-senegaleses-retidos-em-abrigo-na-fronteira/