terça-feira, 26 de fevereiro de 2013


Comissão Nacional da Verdade acelera investigações

A Comissão Nacional da Verdade promoveu na segunda-feira,25, um encontro em Brasília com representantes de todas as comissões da verdade estaduais e setoriais já formadas nos vários estados e com as entidades com as quais estabeleceu convênios de cooperação. O objetivo foi definir as esferas de trabalho e acelerar as investigações sobre violações de direitos humanos, a fim de poder concluir seu relatório até 16 de maio de 2014.
O coordenador geral da CNV, Paulo Sérgio Pinheiro, abriu a reunião com uma exposição sobre o andamento dos trabalhos. Foto- Norton Nohama
O coordenador geral da CNV, Paulo Sérgio Pinheiro, abriu a reunião com uma exposição sobre o andamento dos trabalhos. Foto- Norton Nohama
Participaram as comissões estaduais do Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul, Maranhão e Pernambuco, bem como as comissões da verdade da Câmara dos Deputados, OAB (Conselho federal e seções estaduais do Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro), da Federação Nacional dos Jornalistas, UFPR e UnB, além de várias entidades com as quais a CNV firmou termos e cooperação.
O coordenador geral da CNV, Paulo Sérgio Pinheiro, abriu a reunião com uma exposição sobre o andamento dos trabalhos. A assessora Nadine Borges apresentou a metodologia a ser seguida na reunião e passou a palavra aos coordenadores dos grupos de trabalho da CNV: Golpe de 64 (Rosa Cardoso), Estrutura da Repressão (José Paulo Cavalcanti Filho), Ditadura e Sistema de Justiça (idem), Estado Ditatorial-Militar (Cláudio Fontelles); Violações no Campo e Violações de Direitos Indígenas (Maria Rita Kehl); Violações no Araguaia (José Carlos Dias); Operação Condor (Rosa Cardoso); Violações contra Estrangeiros e no Exterior (Paulo Sérgio Pinheiro); Graves Violações de Direitos Humanos (José Carlos Dias); Papel das Igrejas durante a Ditadura Militar (Paulo Sérgio Pinheiro); Perseguição a Militares (Cláudio Fontelles); e Ditadura e Gênero (Paulo Sérgio Pinheiro).
A Comissão definiu o final deste ano como prazo para acolher os dados das investigações realizadas nos estados, para que eles possam ser incorporados ao relatório final.
Fonte- Fórum Verdade/Roberto Elias Salomão

Governo federal anuncia metas para combater tráfico de pessoas

Ações que devem ser implementadas no período de 2013 a 2016

O governo federal publicou, nesta terça-feira, 26, as metas do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Por meio de portaria interministerial, o governo também criou grupo para monitorar e avaliar o andamento dos trabalhos. O grupo será formado por vários órgãos do Executivo federal, com a coordenação conjunta do Ministério da Justiça, da Secretaria de Políticas para as Mulheres e da Secretaria dos Direitos Humanos.

O plano tem o objetivo de prevenir e reprimir o tráfico de pessoas no território nacional, identificar e responsabilizar autores do crime e garantir atenção às vítimas. As ações, a serem implementadas no período de 2013 a 2016, serão articuladas nas esferas federal, estadual, distrital e municipal, com a colaboração de organizações da sociedade civil e organismos internacionais.

Uma linha de ação destacada no plano é o aperfeiçoamento do marco regulatório sobre o assunto. O governo vai se articular para aprovar o Projeto de Lei 5.655, de 20 de julho de 2009, que reformula o Estatuto do Estrangeiro.

O governo também quer elaborar e aprovar proposta para punir empresas e instituições financiadas ou apoiadas com recursos públicos, inclusive as que executam grandes obras governamentais no Brasil, que tenham sido condenadas em processos de tráfico de pessoas.

Ainda nessa linha de ação, está prevista estratégia para regulamentar no País a Convenção das Nações Unidas para a Proteção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e Membros de Suas Famílias, em tramitação no Congresso Nacional, e também a Convenção nº 189 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Trabalho Doméstico.

As metas e ações do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 26.

Fonte: http://www.redesul.am.br

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


 
 Curitiba recebe no próximo sábado (23) os símbolos máximos da Jornada Mundial da Juventude, no evento Bote FéCruz e Ícone de Nossa Senhora peregrinarão pela cidade e atrairão mais de 30 mil fiéis para a capital 
 
 
No próximo mês de fevereiro, Curitiba vai entrar na rota da peregrinação dos símbolos JMJ - Jornada Mundial da Juventude. Denominado de Bote Fé, o evento deverá atrair cerca de 30 mil pessoas entre os dias 23 e 26 para a acolhida da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, como preparação para a JMJ que vai acontecer no Rio de Janeiro/RJ de 23 a 28 de julho de 2013.
O momento principal do evento será realizado na Praça Nsa. Sra. da Salette, no dia 23 de fevereiro, no Centro Cívico, e depois em outros pontos da cidade. A programação, pensada para contemplar momentos de celebração, formação e solidariedade, inclui shows com cantores populares católicos, atividades esportivas, espaços para comunidades terapêuticas de combate anti-drogas, doação de sangue em parceria com bancos de sangue da cidade e outras atrações.
A proposta é promover um grande encontro de multidão para marcar a chegada dos símbolos em diversos ambientes e aproveitar a oportunidade para oferecer a reflexão sobre a realidade juvenil em diferentes meios. Por este motivo, os símbolos irão percorrer a periferia, estarão junto aos dependentes químicos, parques da cidade e demais ambientes nos quais a juventude se faz presente.
Peregrinação - O Brasil já vive o clima da Jornada com a peregrinação dos símbolos que desde o dia 18 de setembro de 2011 estão no país e percorrem todas as dioceses brasileiras e os países do Cone Sul. A etapa final acontecerá no Sul de Minas, no Vale do Paraíba/SP e, finalmente, no estado do Rio de Janeiro, aonde os símbolos chegam em abril de 2013.
Além do Bote Fé, Curitiba vai realizar a Semana Missionária para acolher os peregrinos uma semana antes da Jornada no Rio, de 14 a 20 de julho.
A programação completa do Bote Fé e da peregrinação dos símbolos na capital estão disponíveis no site da Arquidiocese (www.arquidiocesedecuritiba.org.br).
 

Haitianos chegam a Jaraguá do Sul para trabalhar em fábrica de embalagens

Distância da família e a adaptação a uma cultura completamente diferente não foram as únicas dificuldades que os haitianos enfrentaram ao chegar


Haitianos chegam a Jaraguá do Sul para trabalhar em fábrica de embalagens  Diorgenes Pandini/Agencia RBS
Hoje, seis dos cerca de 30 funcionários da KS são haitianosFoto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Há cerca de três semanas, quatro haitianos começaram uma nova vida em Jaraguá do Sul. Eles são parentes e amigos de um grupo que saiu do Haiti e trabalha na cidade há cerca de um ano, a convite do empresário Luiz José Stinghen. Todos vieram na esperança de fugir da miséria que assola o país, onde mais de 60% da população vive abaixo da linha de pobreza e que ainda sofre com a devastação causada por um terremoto, em 2010.

O destino dos quatro começou a mudar quando a jovem Fredeline Exalus, 27 anos, decidiu reencontrar o noivo Guimps Zephirin, que veio para Jaraguá no ano passado com mais cinco haitianos. Ao compartilhar sua decisão com os amigos Patrick Joseph, 30 anos, Johny Clairvil, 30 e Roudelin Severe, 28, eles decidiram vir também.

Em dezembro, os quatro saíram da capital Porto Príncipe e chegaram ao Acre, na distante e isolada cidade de Brasiléia, na fronteira com a Bolívia. Foi para lá que centenas de haitianos se mudaram na tentativa de procurar um emprego. Quando Stinghen soube que os jovens viriam para Jaraguá, mediou a vinda deles para a cidade. Além de garantir emprego para os três rapazes, também conseguiu moradias no bairro Barra do Rio Cerro, perto da empresa.

— Eles estavam apenas com o CPF e o protocolo de refugiados. Providenciamos então as passagens, as carteiras de trabalho e alugamos as casas —, conta Edelceu Scherer, gestor da KS Embalagens, no bairro Jaraguá 99. 

O grupo começou a trabalhar no dia 21 de janeiro e conta com a ajuda de uma tradutora, já que a maioria colegas fala o português. Entre si, eles falam em crioulo, língua oficial do Haiti, mas também francês, outro idioma oficial do país caribenho. 

Hoje, seis dos cerca de 30 funcionários da KS são haitianos. Eles ganham cerca de R$ 1,5 mil entre salário, aluguel, cesta básica, alimentação e ajuda de custo. 

— São pessoas muito dedicadas e estão sempre com disposição para trabalhar e com vontade de aprender —, elogia Edelceu.

A tradutora Deyse Maira Kluge, que acompanha os estrangeiros desde o ano passado, conta que uma das maiores dificuldades foi conseguir enviar o dinheiro para a família no Haiti, já que eles não conheciam o sistema do banco. 

— Admiro a força de vontade deles para superar as dificuldades —, diz. 

Planos para o futuro

A distância da família e a adaptação a uma cultura completamente diferente não foram as únicas dificuldades que os haitianos enfrentaram ao chegar em Jaraguá: eles também tiveram que aprender como funciona uma linha de produção, trabalho que até então nunca haviam realizado no país de origem. 

Patrick Joseph e Johny Clairvil eram caminhoneiros no Cabo Haitiano e Roudelin Severe era professor de educação infantil na mesma cidade.

Roudelin conta que quer trabalhar para garantir uma vida melhor para a mulher Darline Dossus e a filha Woodmieka Severe, de três anos. A saudade da família, no entanto, não desanima: o ex-professor quer juntar dinheiro para se dedicar aos estudos e cursar faculdade de medicina. No Cabo Haitiano, Roudelin trabalhava em duas escolas para ganhar um salário melhor. 

— Quero ser médico ginecologista, mas ainda não decidi se no Brasil ou no Haiti. Gosto de ajudar as pessoas —, comenta. 

Ele também diz que gostou muito da nova casa e do novo trabalho. 

— Meus colegas me receberam muito bem e estou aprendendo o serviço com a ajuda deles. Estou feliz.

O colega Guimps Zephirin, 30 anos, que veio a Jaraguá no ano passado, também faz planos para o futuro. A chegada da noiva Fredeline Exalus, 27 anos, que trabalhava como professora em Porto Príncipe, acabou com um ano de saudades e de conversas que aconteciam somente por telefone. 

— No futuro, queremos casar e ter filhos —, comenta.

Dos seis haitianos que vieram no ano passado, três permanecem em Jaraguá. Além de Guimps Zephirin, também continuam na empresa Windel Deronvill, 31, e Allin Joseph, 35. Allin, que é irmão de Patrick, mora com a esposa desde janeiro e agora é a vez de Windel completar a família - a noiva e o filho de três anos devem desembarcar hoje em Navegantes. Edelceu diz que a empresa planeja empregar as três mulheres assim que estiverem estabelecidas na cidade. 

Os três ex-funcionários que vieram do Haiti seguiram outros caminhos após a experiência em Jaraguá. Lindor Jesumaitre, 24 anos, e Nicolas Antoine, 37, mudaram-se para Porto Alegre depois de receberem proposta de emprego de um conhecido e Patrick Mlyssle, 31, foi morar na França com familiares.
Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Romaria da Terra em Bento Gonçalves- RS 


Romeiros provenientes das dioceses do Rio Grande do Sul (Romanini)
Romeiros provenientes das dioceses do Rio Grande do Sul (Romanini)

Romaria reuniu mais de 10 mil pessoas vindas das dioceses do Rio Grande do Sul.

A Diocese de Caxias do Sul acolheu, nesta terça-feira, 12 a Trigésima Sexta Romaria da Terra, na comunidade de Bom Pastor, localizada no Parque Municipal da Associação Bento-gonçalvense dos Centros de Tradições Gaúchas.

Os  romeiros saíram em caminhada desde o Barracão até o parque, onde acompanharam a celebração da missa presidida por Dom José Mário Stroeher, bispo da Diocese de Rio Grande. O tema da Romaria é “Terra, Vida e Cidadania” e o lema “Terra, Vida e Cidadania: princípios do bem viver”.  Sindicatos, Associações Ecologicas montaram  estrutura para receber os milhares de Romeiros.

Fonte: http://redesul.am.br

ARQUIDIOCESE de Curitiba - PR SE PRONUNCIA QUANTO À RENÚNCIA DO PAPA BENTO XVI, EM COLETIVA DE IMPRENSA

Da: Assessoria de Comunicação
Letícia Pessoa
Fotos - Assessoria de Comunicação
Na foto, Pe. Alex Cordeiro, Dom Moacyr e Pe. Rivael de Jesus Nacimento
O pronunciamento acerca da renúncia do Papa Bento XVI foi realizado na manhã desta terça-feira, dia 12 de fevereiro, por Dom Moacyr Vitti, em uma coletiva de imprensa na Cúria Metropolitana de Curitiba.
Participou conduzindo a coletiva, Pe. Rivael de Jesus Nacimento, coordenador da ação evangelizadora na Arquidiocese, e Pe. Alex Cordeiro, assessor eclesiástico do Setor Juventude.
Reproduzimos, na íntegra, as palavras de Dom Moacyr e dos padres Alex Cordeiro e Rivael de Jesus Nacimento.
Pe. Rivael de Jesus Nacimento - Coordenador da ação evangelizadora
As palavras que resumem este nosso momento são oração e vigília. Nossos sacerdotes serão confortados na próxima reunião geral do clero.
Dom Moacyr José Vitti - arcebispo
Não há dúvidas de que a notícia da renúncia nos pegou de surpresa, assim como o mundo todo. Porém, a atitude do papa frente às suas condições de saúde foi, ao meu ver, muito nobre diante da ganância pelo poder percebida hoje, também em âmbito religioso. Foi um testemunho de corajem e humildade. 
A Igreja, porém, continua normalmente a sua caminhada, orientada pelo Espírito Santo, pois é Cristo quem está no comando da barca. A Igreja vai cumprir a sua missão até o fim dos tempos.
A grande preocupação agora é quem será o próximo sucessor de Bento XVI. Será ele um brasileiro, um italiano, um asiático?
Isto é um  mistério. Somente dentro do conclave, que é o processo da eleição do papa, que os cardeais entrarão em um acordo e escolherão aquele que guiará a Igreja de Cristo. É grande a expectativa. Por isso, nós católicos, devemos nos colocar em clima de oração e fé para que o Espírito Santo ilumine o próximo sucessor de papa. Devemos ter fé e tranquilidade.
Acho que há a possibilidade do novo papa ser da América Latina ou de algum outro país de fora do continente europeu. Julgo que seria interessante esta escolha para evidenciar o aspecto missionário da Igreja, que hoje é forte em muitos outros países. Fica aqui a torcida. Acredito que o novo papa atenderá aos desafios dos nossos tempos.
Convoco todos os jovens para rezarem pelo novo papa, principalmente porque estamos neste clima de preparação para a próxima Jornada Mundial da Juventude.
Pe. Alex Cordeiro - assessor eclesiástico do Setor Juventude
Os trabalhos da Igreja não param. Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio - cidade sede da JMJ 2013 - também confirmou que os preparativos para a Jornada continuarão sem interrupções.  
Não há motivo para preocupações de que a Jornada não se realizará. Tudo continuará normalmente até que tenhamos uma nova orientação da Santa Sé.
A Jornada já é um evento estabelecido na Igreja. O que muda com relação a JMJ em nível nacional é que não virá mais Bento XVI, e tínhamos a expectativa de acolhê-lo, já que a juvenude criou uma afinidade com o papa. No entanto, cresce a expectativa de quem virá, pois acreditamos ser ele o sucessor de São Pedro. 
Aproveitamos para informar que os preparativos para o Bote Fé, que é a celebração de acolhida dos símbolos da JMJ - a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora - continuarão em Curitiba. O Bote Fé está marcada para ocorrer entre os dias 23 e 26 de fevereiro na capital. Aproveitaremos a oportunidade do Bote Fé para rezarmos por Bento XVI e pelo novo papa.
Com relação ao sentimento dos jovens quanto à renúncia do Papa Bento, todos ficaram muito tristes com a notícia, mas num espírito de respeito pela decisão do Santo Padre. Esta é a postura da maioria dos nossos jovens.

 Fonte: http://www.arquidiocesedecuritiba.org.br

sábado, 9 de fevereiro de 2013


Haitianos buscam espaço no mercado de trabalho em SC



Grupo de estudantes veio para o Brasil por meio de acordo firmado para reconstrução do país, após terremoto em 2010.
Paul André presenciou a devastação de seu país por um terremoto, em 2010. Ele perdeu pessoas queridas, sua faculdade foi destruída. Depois disso, o curso de sua vida mudou. Do Haiti, rumou para Florianópolis, há 18 meses, continuar sua graduação em engenharia civil, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ele é um dos 30 haitianos que participaram nesta sexta-feira (18) de uma reunião que discutiu alternativas para inserção dos estudantes no mercado de trabalho por meio de estágio, promovido pelo IEL/SC, entidade do Sistema FIESC. "Todo meu conhecimento será dedicado ao Haiti. O que eu aprender aqui no Brasil servirá para a reconstrução do meu país. Meu sonho é ver um Haiti com uma nova face diante do mundo inteiro", fala emocionado.

Na reunião foram debatidos temas como comportamento, cadastramento e encaminhamento para vagas de estágio. "No estágio adquirimos conhecimento que não é ensinado dentro das salas de aula. É a partir dessa experiência que começamos a aplicar o conhecimento adquirido", diz Paul. Jucal Blval, estudante de agronomia que também pretende estagiar, quer mudar a imagem do Haiti e dos cidadãos daquele país. "Preciso do meu país e, logo que possível, quero voltar para ajudar meu povo a se reerguer", enfatiza.

O superintendente do IEL/SC, Natalino Uggioni acrescenta que este é um trabalho que consiste no encaminhamento dos estudantes para a prática do estágio. "O estágio agrega conhecimento na formação desses estudantes. O contato com o mundo do trabalho irá torná-los profissionais mais qualificados no futuro, além de ajudar a levar os conhecimentos adquiridos aqui no Brasil para serem aplicados na reconstrução do Haiti", declara.

Matriculados na UFSC, os alunos haitianos vieram para o Brasil após a tragédia que assolou o país. Eles são estudantes dos cursos de agronomia, arquitetura, engenharia civil e mecânica, psicologia, direito, medicina, jornalismo, entre outros. O intercâmbio faz parte de um acordo, firmado entre Brasil e Haiti, para a reconstrução do país por meio da educação superior.

Estágio 

O IEL/SC oferece aos estudantes a oportunidade de ingresso no mercado de trabalho por meio do estágio. As ofertas são para estudantes de cursos de graduação, técnicos, ensino médio e superiores de tecnologia em mais de 30 áreas. Para se candidatar a uma vaga é necessário que os estudantes tenham no mínimo 16 anos de idade e estejam regularmente matriculados em uma instituição de ensino. Os interessados devem fazer o cadastro no site www.ielsc.org.br/estagioresponsavel. Mais informações pelo telefone  (48) 3231-4600.

Fonte: http://www.megaportalcriciuma.com.br