quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Seminário em SC vai debater migrações contemporâneas; veja programação

Estado que contou com forte presença da imigração histórica, Santa Catarina também se vê diante dos desafios trazidos pelos deslocamentos humanos atuais.
Entender melhor essa realidade e debater formas de ação (acadêmica e prática) são dois dos objetivos do “I Seminário Migrações Contemporâneas e Direitos Fundamentais de Trabalhadores e Trabalhadoras em Santa Catarina”,  que acontece em Florianópolis entre os dias 6 e 7 de outubro, na Assembleia Legislativa do Estado (ALESC).
O evento destina-se a imigrantes, refugiados e suas associações, profissionais dos CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), profissionais da saúde e da educação, sindicatos, estudantes e público em geral.
Na pauta, estão políticas públicas de acolhimento aos imigrantes, direito ao trabalho decente, à saúde e à educação. O encerramento contará com palestra de Frei Betto, que falará de Direitos Humanos no Brasil – com especial atenção à inserção social digna dos imigrantes.
ALESC vai receber seminário sobre migração contemporânea em SC. Crédito: ALESC
ALESC vai receber seminário sobre migração contemporânea em SC.
Crédito: ALESC
O seminário é gratuito e vai fornecer certificado para os participantes. Para isso, basta fazer a inscrição via internet neste link.
Financiado com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), o seminário é organizado por: Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina (MPT-SC), Observatório das Migrações de Santa Catarina, Pastoral do Migrante de Florianópolis, Grupo de Apoio a Imigrantes e Refugiados de Florianópolis (GAIRF) e Comissão de Direitos Humanos da ALESC. Também apoiam o evento o Centro de Ciências Humanas e da Educação (FAED) e o Laboratório de Relações de Gênero e Família (LABGEF), ambos da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Programação
06/10 – Terça-feira
09:00 às 12:30: Reunião do Fórum das Associações de Imigrantes em Santa Catarina
13:30 às 14:00  –  Mesa de Abertura:
– Deputado Dirceu Dresch, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALESC
– Marcelo Goss, Procurador-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 12ª Região
– Ângela Albino, Secretária de Assistência Social do Estado
– Alexandre Karazawa Takaschima, Juiz – Corregedor do TJ-SC
– Representante de Associação de Migrantes
– Pe. Joaquim Roque Filippin, coordenador da Pastoral do Migrante de Florianópolis
– Fernando Damazio, representante do Grupo de Apoio a Imigrantes e Refugiados de Florianópolis
– Professora Gláucia de O. Assis, coordenadora do Observatório das Migrações de SC/UDESC
14:00 às 15:30 – Avanços e desafios nas Políticas Públicas de acolhimento aos imigrantes
– Pe. Joaquim Roque Filippin, coordenador da Pastoral do Migrante de Florianópolis
– Paulo Illes, Coordenador de Políticas para migrantes, da Secretaria Municipal de Direitos – Humanos e Cidadania de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo
– Ângela Albino, Secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação de SC.
15:45 às 17:00 – Debates
07/10   –  4ª feira
09:00 às 11:30 – Documentação e cidadania
– Representante da Polícia Federal (a confirmar)
– João Guilherme Granja, Diretor do Departamento de Estrangeiros (DEEST), Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Justiça (SNJ)
– Mauricio Pessutto,  Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Ministério Público Federal
– João Vicente Pandolfo Panitz,  Defensoria Pública da União
10:45 às 11:30 – Debates
13:00 às 15:45 – Condições, direitos trabalhistas e saúde do trabalhador imigrante
– Cristiane Sbalqueiro Lopes, Procuradora do Trabalho, Coordenadora do Grupo de Trabalho,  Migração e Trabalho da Procuradoria Geral do Trabalho
– Roberto Ruiz, Representante da UITA – União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação
– Deisemara Turatti Langoski, Representante do Centro de Referência em Direitos Humanos Marcelino Chiarello, Universidade Federal da Fronteira Sul.
– Idemar Antonio Martini, Representante da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina
14:50 às 15:45 – Debates
16:00 às 17:40 – Educação e Integração: Avanços e desafios da inserção dos migrantes
– Secretário Eduardo Dechamps – Secretaria de Estado de Educação  (a confirmar)
– Prof. Daniela Carvalho – Pró-reitora de Ensino IFSC
– Mariah Teresinha Nascimento –  Representante da Faculdade Municipal de Palhoça
– Sandra Bordignon – Universidade Fronteira Sul e PROHAITI Educação –
17:40 às 18:10 – Debates
18:15 às 19:15 – Plenária Final
Contornos gerais da Carta de Florianópolis
19:30 – Conferência de Encerramento –  Frei Betto
“I Seminário Migrações Contemporâneas e Direitos Fundamentais de Trabalhadores e Trabalhadoras em Santa Catarina”
Data e hora: 6 e 7 de outubro, a partir das 9h
Local: Assembleia Legislativa de SC –  Palácio Barriga Verde
Rua Dr. Jorge Luz Fontes, 310 – Centro, Florianópolis (SC)
Entrada: gratuita
Informações: seminariomigracoes@gmail.com ou acesse aqui
Com informações do MPT-SC
Fonte: http://migramundo.com/2015/09/29/seminario-em-sc-vai-debater-migracoes-contemporaneas-e-direitos-fundamentais/

 FESTA LATINO AMERICANA VAI REUNIR IMIGRANTES QUE VIVEM NO PARANÁ

Vejam reportagem:
https://www.youtube.com/watch?t=13&v=OzKxWMX5eq8

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Aulas de língua portuguesa são oferecidas para os imigrantes senegaleses | Cáritas Diocesana de Rio Grande


foto0562
No dia 16 de setembro de 2015, deu-se início a mais um curso de língua portuguesa para estrangeiros na cidade do Rio Grande, RS, coordenado pela Pastoral do Migrante, em parceria com a Cáritas Diocesana de Rio Grande, Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e o Instituto Federal do Rio Grande do Sul.
A ação objetiva oportunizar, em especial, aos migrantes senegaleses que se encontram na região o aprendizado do idioma para que possam acessar um emprego, seus direitos e interagir com a comunidade. Acredita-se também que na medida que dominarem o idioma, podem assimilar melhor a cultura, os hábitos e exprimir suas necessidades frente às diversas situações que se deparam no decorrer do processo de adaptação e permanência no nosso país.

foto0580
Saiba mais sobre a Cáritas Brasileira – Regional do Rio Grande do Sul clicando aqui.
Fonte: http://rs.caritas.org.br/novo/aulas-de-lingua-portuguesa-sao-oferecidas-para-os-imigrantes-senegaleses-caritas-diocesana-de-rio-grande/3737

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Quero voltar para casa', diz senegalês queimado enquanto dormia no RS

 
Após três homens atearem fogo em Cheikh Oumar Foutyou Diba, 25, no sábado (12), em Santa Maria (RS), o imigrante senegalês disse à reportagem que quer voltar para seu país. 
Diba saiu de Santa Maria na terça (15) e está morando temporariamente na casa do presidente da Associação de Senegaleses de Caxias do Sul, Abdou Lahat Mdiaye, 27, conhecido como Billie. Os dois não se conheciam. 

"Estou sentindo muita tristeza e não gosto de lembrar [do crime]. Estou tomando remédio para os machucados e, por enquanto, estou bem. Não consigo falar muita coisa", disse Diba, por telefone. Ainda abalado com o ataque, o rapaz não quis receber a reportagem na casa em que está vivendo. 

Segundo ele, sua maior preocupação é com a família que ficou no Senegal, porque notícias sobre o ataque estão sendo veiculadas em jornais, rádios e televisões do país africano. 

De acordo com Billie, a foto de uma pessoa queimada está circulando nos veículos de comunicação como se fosse de Diba. 

"Conversei com a minha mãe para dizer que estou bem, para ela não se preocupar. Mas ela está doente, tem problema de saúde", contou a vítima do ataque. 

'NÃO É NORMAL' 

Billie viajou de ônibus de Caxias do Sul, na serra gaúcha, até Santa Maria (a cerca de 320 km de distância) para buscar Diba. De lá, eles retornaram em um carro da Secretaria de Saúde de Santa Maria, com um funcionário e uma enfermeira para acompanhar Diba. 

Eles chegaram a Caxias na madrugada desta quarta (16). "Ele me contou que quem fez isso com ele não vale nada e que não deve ser uma pessoa normal", disse Billie. Diba relatou ao novo amigo que não acredita que tenha sido vítima de preconceito. 

Para o presidente da associação, Diba se sentirá mais à vontade em Caxias porque a cidade possui uma comunidade de senegaleses maior que a de Santa Maria. 

"Ele vai se sentir melhor aqui, mais seguro. Sempre terá alguém para falar com ele", diz Billie, que é proprietário de uma movimentada loja no centro da cidade. 

No local, há diversas cabines telefônicas usadas principalmente por senegaleses e haitianos para ligar para seus países. A loja funciona como ponto de referência para os recém-chegados. 

"Quem chega agora se sente melhor. Ver que é possível abrir um negócio vai dar coragem, vai ser um estímulo [para os imigrantes]", conta Billie. O empresário está há três anos no Brasil e há um ano montou a Tuba Telefonia, que tem uma funcionária brasileira. 

O CRIME 
Diba dormia na rua quando acordou com o fogo e viu os homens correndo. Os bandidos roubaram seus tênis, R$ 500 e uma maleta com bijuterias que seriam vendidas pelo senegalês. O crime ocorreu por volta das 9h do dia 12 de agosto. 

O imigrante tentou dormir no albergue municipal, mas foi proibido de entrar. Uma assistente social informou que ele estaria alcoolizado, o que é proibido. Uma voluntária do Migraidh (Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional) da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), no entanto, afirmou que o homem não parecia estar sob efeito de álcool. 

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Santa Maria, que tenta descobrir se o crime tem motivação racial. Diba prestou depoimento à polícia na tarde de segunda (14). (Folhapress)

FONTE: http://www.blogdouniversitarioafricano.com/2015/09/quero-voltar-para-casa-diz-senegales.html?spref=fb

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ENCONTRO DA REGIÃO SUL E SPM EM FLORIANÓPOLIS


No dia 14 de setembro de 2015, na paróquia Santa Terezinha em Florianópolis reuniram-se os representantes da Pastoral do Migrante da região sul para um encontro de formação e planejamento. Estiveram presentes dos três(3) estados varias representações, vindos de diversas cidades. O objetivo principal do encontro foi à integração e socialização dos trabalhos na região sul com e para os migrantes e a elaboração de nosso Plano de Ação 2016/2017. Tivemos uma boa acolhida dos padres Joaquim Filippin e Dirceu Bortolotti. Logo após foi realizada a espiritualidade pela equipe de Curitiba - Pr, dirigida pela Elizete Santanna, Ouvimos o evangelho e um texto do padre Alfredo Gonçalves, cs, Numeros, Fronteiras e Mentes e posteriormente feita reflexão. Na continuidade foi feita uma rodada de relatos sobre o potencial e limitações de nossos serviços com os migrantes por região. Seguidamente o sociologo Jurandir Zamberlan fez a análise de conjuntura da realidade migratória dos três estados do sul, mostrando a nova face da imigração na atualidade. E para falar do funcionamento da Pastoral do Migrante apresentaram-se os membros da Colegiada do SPM Nacional Padre Mario Geremia e  Jairo Moura que enfatizaram a trajetória dos 30 anos do SPM e a nova contextualização que se apresenta, o simbolismo da margarida e apresentação da nova metodologia de trabalho. Após o almoço iniciou-se a elaboração do plano de trabalho do Setor Imigrantes da Região Sul, a partir da análise da realidade e do diagnóstico trazido pelos participantes. Enfatizou-se a riqueza do momento e das discussões realizadas neste trabalho. Posteriormente foram feitos encaminhamentos para Assembleia do SPM em outubro próximo,  também foi tirada uma data para novo encontro da região Sul para 2016, o mesmo ficou agendado para os dias 13 e 14 de setembro, possivelmente na cidade de Chapecó, SC. Ainda tiramos alguns nomes como equipe de articulação para a região, um para cada estado, ficando a Elizete Santana para o PR, Tamajara da Silva para SC e o Pe. João Cimadon para o RS. Avaliação foi de um encontro produtivo com horizontes para continuar a caminhada. Rezamos a oração do Deus Itenerante e retornamos animados pelo encontro e  união que nos fortalece. 
Texto: Lucia Bamberg e Sandra Bordignon, fotografia Ir. Claudete Rissini

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

"Entre nós, ele está mais tranquilo", diz líder dos senegaleses em Caxias sobre jovem agredido em Santa Maria

A vítima chegou à cidade na noite de terça-feira

"Entre nós, ele está mais tranquilo", diz líder dos senegaleses em Caxias sobre jovem agredido em Santa Maria Ronald Mendes/Agencia RBS
Senegalês Cheikh Oumar Foutyou Diba (de moletom azul) prestou novo depoimento à Polícia Civil na tarde desta terça-feiraFoto: Ronald Mendes / Agencia RBS
O senegalês Cheikh Oumar Foutyou Diba, 25 anos, que teve parte do corpo queimada na manhã do último sábado foi recebido em Caxias do Sul por conterrâneos. Diba está na casa de senegaleses que se instalaram no centro da cidade. Ele chegou a Caxias no início da noite desta terça-feira, em um carro cedido pela Secretaria de Saúde de Santa Maria. Quem não desgrudou do amigo foi Aboulahat Ndiaye, 24 anos, o Billy, que se transformou em referência para os imigrantes que chegam por aqui. Diba está se recuperando com a companhia de Billy e de outros senegaleses, e preferiu manter-se distante da imprensa.

Ataque a senegalês em Santa Maria repercute nos setores públicos e políticos do país
— A família dele está muito preocupada no Senegal. A mãe está bastante abalada e só pede que ele retorne ao país — explica Billy.

A intenção, agora, é providenciar o retorno de Diba ao país de origem. Ainda não se sabe qual será a maneira mais prática, mas sabe-se que terá ajuda do Centro de Atendimento ao Migrante (CAM), de Caxias. 

Polícia Civil acredita que senegalês tenha sido vítima de roubo

Dilma lamenta agressão a senegalês em Santa Maria e pede investigação à PF

Diba passou a quarta-feira sem sair de casa. Está menos assustado, garante Billy, e procura mandar notícias para os familiares.

— Entre senegaleses, ele está mais tranquilo. Logo vai estar se sentindo bem melhor —acredita Billy.



A documentação que possibilita a permanência no país do jovem agredido está em tramitação.

— Em virtude do que aconteceu, ele tem recebido bastante apoio da comunidade senegalesa e do povo daqui, de forma geral. Mais importante do que identificar e punir quem fez isso com ele, é refletir que casos assim não acontecem de forma isolada — avalia a coordenadora do CAM, Irmã Maria do Carmo Gonçalves.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Federal, ele teria ido pedir ajuda em uma padaria que fica na Avenida Rio Branco, na área central da cidade, por volta das 9h do sábado.

À Brigada Militar, o senegalês contou que acordou já com as chamas e viu quando o grupo fugiu levando uma maleta com as bijuterias que ele costuma vender pelas ruas da cidade, R$ 500 e os tênis que ele usava. Ele contou ainda que acabou dormindo na rua porque não conseguiu chegar a tempo no Albergue Municipal, que fecha às 20h.
Fonte: http://pioneiro.clicrbs.com.br/rs/geral/cidades/noticia/2015/09/entre-nos-ele-esta-mais-tranquilo-diz-lider-dos-senegaleses-em-caxias-sobre-jovem-agredido-em-santa-maria-4849256.html









Instituições da sociedade civil são eleitas para compor o Conselho Estadual dos Refugiados e Migrantes e Apátridas no PR.


Na última terça-feira (15/09), a Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU) realizou Assembleia que elegeu nove organizações não governamentais que irão integrar o Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná (Cerma/PR), na gestão de 2015 - 2018.

O secretário da SEJU, Leonildo de Souza Grota, acompanhou a votação e ressaltou que o Cerma tem total compromisso em garantir que os migrantes e refugiados recebam seus direitos. “O conselho estabelece contato direto com os órgãos do Estado do Paraná, objetivando assim o cumprimento das suas competências nas esferas públicas”.

Para a diretora adjunta do Departamento de Direitos Humanos e Cidadania, Fatima Ikiko, a formação composta pelos membros do Poder Público e pela sociedade civil organizada tem profundo impacto no conselho. “Isso significa um equilíbrio de forças que discutem a elaboração, o acompanhamento e efetivação de politicas públicas para que os devidos direitos e garantias dos migrantes, refugiados e apátridas sejam cumpridos”, disse Fátima.

A representante do Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Célia Mazza de Souza comentou a importância de estar dentre as nove instituições eleitas. “Poder contribuir com as questões de apoio em relação a essas pessoas que tem uma cultura diferente da nossa, é fantástico. Além disso, a integração de todas essas entidades é que faz a grande diferença para dar os devidos direitos a essas pessoas”.

A instituição Movimento dos Haitianos de Pato Branco, também foi uma das selecionadas para compor o Cerma. “Trabalhando juntos traremos cada vez mais recursos para esse povo que necessita de ajuda. Em Pato Branco temos mais de 1000 migrantes. Com a participação do conselho vamos poder dar mais atenção a toda esta população que vive na cidade, dando todo o suporte que eles necessitam”, comenta Elidiane Carvalho da Raso, representante do movimento.

Participaram da votação os 17 membros das instituições que concorriam as 9 vagas disponíveis no conselho.

Confira as instituições eleitas:

Associação de Reflexão e Ação Social- ARAS/Cáritas Maringá
Associação para a Solidariedade dos Haitianos no Brasil – ASHBRA
Cáritas Arquidiocesana de Londrina
Centro de Acolhida ao Migrante (CEAMIG) – Pastoral do Migrante de Curitiba
Centro de Integração Afro-Brasileiro
Conselho Regional de Psicologia do Paraná – CRP
Movimento dos Haitianos de Pato Branco – MHAPA
Serviço Pastoral dos Migrantes
Sociedade Beneficente Muçulmana – SBMP

O Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná – Cerma/PR viabiliza e auxilia na implementação e fiscalização das políticas públicas voltadas aos direitos dos refugiados e migrantes, em todo o Estado do Paraná, visando à garantia da promoção e proteção dos direitos dos refugiados, migrantes e apátridas.

No evento também estavam presentes, a promotora de Justiça do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos do Paraná, Mariana Bazzo; a defensora pública do Estado do Paraná, Camille Vieira da Costa; o representante da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Andre Godinho Cunha; a representante do Comitê Estadual para Refugiados e Migrantes no Estado do Paraná, Katyani Ogura da Silveira e o representante do Comitê Estadual para Refugiados e Migrantes no Estado do Paraná, Vladimir de Oliveira.


Fonte: http://www.justica.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1318&tit=Instituicoes-da-sociedade-civil-sao-eleitas-para-compor-o-Conselho-Estadual-dos-Refugiados-e-Migrantes-e-Apatridas